24/03/2009

Falsas Luzes

Você já parou pra pensar como nós seres humanos nos enganamos constantemente com as pessoas!? Parou também pra pensar o por que desse engano? Parei pra pensar e cheguei a conclusão que: Somos iludidos com tudo que os nossos olhos vêem, por gostar do que vemos, muitas vezes escolhemos a maçã “envenenada”, nos encantamos com algo que não temos noção da qualidade e do que isso pode nos causar, muitas pessoas são assim como a maçã “envenenada”, belas por dentro e altamente prejudiciais a saúde, não só física com a dor que depois causa em nossos estômagos e corações, ainda mais em nossas almas, em nossas mentes...
A acidez com que corroí nossas almas, porque vemos elas e assim criamos a ilusão, de que sua alma tem a mesma beleza, são como as belas frutinhas que ao vermos nossa boca enche instaneamente de saliva de tanto desejo que temos, para degustar aquela coisinha linda, ao sentir a acidez, vemos o quanto nossa visão nos enganou, assim aprendo que não posso querer ver tudo com esse olhar, vejo que é preciso utilizar meus sentidos não só sensoriais, mais os espirituais, preciso sentir algo além, algo metafísico para que não me engane e que seja consciente nas minhas decisões, mais nem todas as pessoas estão preparadas para isso, daí começa a confusão, os conflitos, e as perguntas: Porque é assim? Porque não fez o que pensei? Porque age dessa forma? Não era nada do que pensei que fosse! Eu quero que seja aquilo que eu vejo! Tento fazer com que se torne a mesma coisinha linda com que vejo por fora, seja por dentro, tentar fazer com que continue assim, mais chega uma hora que não dá mais pra suportar, pois o que sinto, com sua presença, não é como o prazer, que tem ao olhar-te.
É isso que eu quero que você meus caros possam sentir e depois abrir os olhos, e sentir primeiro, é muito mais claro do que você possa imaginar, será muito mais surpreendente e bom você abrir os olhos depois de sentir para ver a beleza que realmente há dentro de alguns seres, pois cada ser é singular, sua beleza também, agora depende de você decidir se respeita aquela beleza diferente da sua, e aceitar como ela é, só vemos o que desejamos, não sinta apenas o que você quer sentir, sinta o bom e o ruim, para assim seja mais consciente e aprenda a sentir e distinguir o que sente, e não apenas o que quer sentir, mais uma vez para reforçar, queridos amigos, quero que sejam consciente, quero que saibam distinguir o que sentem, não quero que se enganem com a beleza exterior enquanto seu interior seja envenenado, não quero que vocês sofram por um erro, que pode ser evitado, não quero que vocês sofram pela deficiência de não desenvolver uma visão interior, que vocês não foram capaz de desenvolver, ainda há tempo, só precisa praticar, pratiquem.
Cultivem a sensibilidade!

Ana Cavalcante

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